21 de Agosto de 2014

Report: notícias

report lança pesquisa de mercado para clientes

Para identificar novas oportunidades de negócios, a Report promoverá, nas próximas semanas, a primeira edição de sua pesquisa de mercado. A ideia é ouvir gestores de sustentabilidade, formadores de opinião e especialistas, a fim de entender demandas e soluções em Comunicação, Consultoria e Conhecimento que a empresa pode oferecer aos seus clientes.

Com um portfólio que inclui relatórios anuais e de sustentabilidade, consultoria estratégica, apoio à gestão socioambiental e atividades de comunicação e geração de conhecimento, a Report tem mais de uma década de estrada e construiu relacionamento com cerca de 200 clientes, de diferentes portes e segmentos. Opera em escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de contar, em sua rede, com profissionais que cobrem estados como Paraná, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

Para elaborar a pesquisa, foi feito um piloto com parceiros de negócios na conferência Sustainable Brands (SB Rio 2014), organizada em abril passado pela Report junto com a Sustainable Life Media, no Rio de Janeiro. A experiência permitiu organizar e simplificar a abordagem das questões, divididas em tópicos qualitativos e quantitativos.

A expectativa é ouvir representantes de empresas, com foco nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul e em organizações de capital aberto e grande porte. Com base nas respostas, a equipe de negócios poderá adaptar o portfólio e, assim, oferecer serviços mais diversificados e inovadores a clientes atuais e futuros.

Para participar, é só acessar o formulário eletrônico, disponível aqui, e responder – são necessários apenas cinco minutos. Colabore e divulgue!

 
 
 
 
20 de Agosto de 2014

Report: notícias

comunidade SB Brasil reúne profissionais em busca de inovação

Cerca de 30 profissionais, representantes de 15 diferentes empresas, participaram do primeiro encontro da Comunidade SB Brasil, realizado no dia 14 de agosto. Em formato de workshop, o encontro foi organizado pela Report em parceria com a consultoria As Boas Novas e aprofundou dois conteúdos significativos apresentados no Sustainable Brands San Diego: “A evolução do storytelling para o storydoing” e “Como a economia colaborativa já inspira o modelo de negócios das empresas inovadoras”.

Após assistir aos vídeos (assista: storydoing e economia colaborativa), os participantes realizaram atividades práticas em grupos para aplicar os conhecimentos dentro do escopo das suas empresas. "Cada vez que participo de uma conferência, me questiono como ela contribui para meu desenvolvimento profissional e o que levo para meu dia a dia. A Comunidade SB Brasil é uma forma de dar continuidade aos eventos do Sustainable Brands e manter vivos os conteúdos e contatos feitos durante a conferência", afirma Thiago Caixeta, consultor de Desenvolvimento Sustentável na BASF.

Impacto real

Para os participantes, o resultado deste primeiro encontro foi uma positiva reunião de profissionais em busca de espaço para inovar e pensar em soluções sustentáveis. “Provocar, incentivar, chacoalhar mentes com o objetivo de inovar e buscar inspiração para solucionar problemas atuais, velhos ou novos. Reunimos nesta ocasião profissionais com sede de inovação e espaço para criar”, diz Flávia Goldenberg, gerente de Desenvolvimento de Negócios em Serviços de Sustentabilidade na Schneider Electric.

Para Cristiane Lourenço, da área de Sustentabilidade da Unilever Brasil, o pontochave para as possíveis transformações está nos questionamentos de padrões já estabelecidos. “O SB está promovendo discussões e ligando pessoas que tem desafios e intenções comuns a fim de alcançar a transformação necessária para uma sociedade mais colaborativa”, concluiu.

Próximos passos

A Comunidade nasceu para ser um lócus permanente de discussões e promotor de encontros para apoiar um grupo relevante de empresas no Brasil a utilizar a inovação em sustentabilidade como oportunidade de transformação e geração de negócios. “Ficamos inspirados com a dedicação e envolvimento de todos e temos certeza que esse é apenas o começo de uma comunidade engajada, que transformará a forma de fazer negócios no Brasil”, afirma Álvaro Almeida, sócio-diretor da Report e organizador do SB Rio.

 
 
 
 
15 de Agosto de 2014

Report: notícias

para que serve um relatório de sustentabilidade hoje

Por Álvaro Almeida*

Ninguém lê relatórios. Eles servem apenas para as empresas fazerem marketing e mascarar a gestão. Variações sobre essas conclusões são as mais comuns quando se discute a validade da produção de relatórios de sustentabilidade no Brasil. Sem dúvida, há muito de verdade, sobretudo, se analisarmos apenas o que está visível: aquele documento impresso ou digital que convencionamos chamar de relatório. Depois de 12 anos de intensa produção dessas publicações, nós da Report estamos convencidos de que a maior contribuição de um relatório não está relacionada à comunicação externa de resultados (ou se preferir, à prestação de contas à sociedade). Eles são, na verdade, eficientes ferramentas de inserção dos temas de sustentabilidade na gestão (não necessariamente na estratégia).

A instalação contínua de um processo de relato em uma empresa, guiada por uma diretriz robusta como a da GRI (Global Reporting Initiative), em poucos anos, educa gestores, alinha o entendimento de lideranças sobre os impactos das atividades, permite a identificação de temas críticos de atuação e os indicadores para a sua mensuração, insere a discussão em alguns níveis de governança e fornece matéria-prima para a construção de uma cultura de sustentabilidade. Muitas empresas brasileiras percorreram esse caminho e em cerca de cinco anos alcançaram esse estágio, ao ponto de hoje sentirem-se seguras para avaliar o sentido de permanecer totalmente aderentes às diretrizes da GRI ou mantê-la como referência e seguirem em evolução, agora na direção do relato integrado.

Vale lembrar que somente empresas que têm um sólido processo de gestão socioambiental estão em condições de mirar numa integração com a tradicional análise econômico-financeira, movimento que provoca a organização a desenvolver e expressar um inédito pensamento integrado. Esse desafio envolve elevar os temas da sustentabilidade ao centro do negócio e inseri-lo na estratégia, no modelo de atuação, na análise de riscos e oportunidades, fazendo a conexão dos impactos nos diversos capitais disponíveis – natural, humano, financeiro etc. Enfim, um estágio de transparência e de clareza sobre a sustentabilidade do negócio que nenhuma empresa no Brasil e pouquíssimas no mundo já possuem.

A realidade da maior parte das empresas brasileiras está, porém, no desenvolvimento anterior. Trabalha-se para evoluir na gestão dos temas socioambientais, prosseguir no processo de autoconhecimento de seus impactos e dos riscos relacionados, e na construção de uma cultura interna de sustentabilidade, o que inclui a capacidade de escutar e responder às demandas da sociedade. Tarefa de alguns anos que comprovadamente ganha ritmo e visibilidade interna a partir de um processo de relato sistemático.

*Álvaro Almeida é sócio-diretor na Report

 
 
 
 
12 de Agosto de 2014

Report: notícias

inscrições para Prêmio LIF de Sustentabilidade até 15/8

Estão abertas até o dia 15/8 as inscrições para o Prêmio LIF de Sustentabilidade, concedido desde 2002 pela Câmara de Comércio França-Brasil (CCFB-SP). Segundo a organização, o objetivo é inspirar as empresas a desenvolverem iniciativas em prol das pessoas, da sociedade, da sustentabilidade do planeta e dos negócios.

São aceitos projetos implementados em todo território brasileiro e criados por empresas privadas ou de economia mista, associadas ou não à Câmara, nas categorias: 

  • Apoio às comunidades locais
  • Preservação e proteção dos recursos naturais
  • Público Interno

 

A taxa de inscrição tem o valor de R$50 (associados CCFB-SP) ou R$100,00 (não associados) por projeto inscrito, independente da categoria. Mais informações podem ser obtidas na Câmara pelo e-mail [email protected] ou telefone (11) 3060-2290.

 

 
 
 
 
16 de Julho de 2014

Report: notícias

qual a responsabilidade social do esporte?

Seja você um entusiasta do futebol ou não, de 12 de junho a 13 de julho o assunto mais comentado em rodas de amigos, nos corredores, elevadores e nas redes sociais foi a Copa do Mundo. Para além dos resultados de cada jogo, das seleções que voltaram precocemente para a casa e de qual seleção ergueu a taça de campeã ou foi eleita a mais simpática do mundial, o campeonato em si e o fato de o Brasil ter sediado a edição 2014 podem e devem suscitar outro debate: qual é o papel do esporte no desenvolvimento de um país?

Para o consultor em responsabilidade social no esporte, Luiz Gustavo Cardia Mazetti, deve-se compreender o esporte não como uma atividade-fim, mas como uma ferramenta que, somada a outras, pode auxiliar o desenvolvimento social. “Tanto o esporte educacional quanto o de alto rendimento, em suas diferentes modalidades, são capazes de contribuir para o desenvolvimento de uma sociedade, de alterar parâmetros para o bem e para o mal”, explica. E as mudanças positivas podem ser inúmeras, desde os conhecidos benefícios à saúde, passando pela importância de promover lazer e entretenimento, até os ganhos para a autoestima dos praticantes e o reforço à noção de pertencimento que o esporte pode provocar.

Com um grande evento como a Copa do Mundo acontecendo tão próximo, há quem aposte como algo natural o crescimento da prática esportiva no país, mas o raciocínio não é tão lógico quanto parece. “Esta é uma relação indireta. Para massificar o esporte, é necessário que tenhamos políticas públicas específicas, que qualifiquem o professor de educação física, invistam nos equipamentos esportivos disponíveis nas escolas e aumentem o tempo destinado ao esporte, abrindo as escolas nos períodos de contra turno das aulas e nos finais de semana, por exemplo. Também é preciso alterar a estrutura arquitetônica das cidades, investindo cada vez mais na oferta de espaços propícios à prática esportiva” comenta Mazetti.

Segundo o consultor, os 12 estádios construídos ou revitalizados especialmente para a Copa do Mundo também poderão gerar negócios e empregos, caso dos serviços de transporte para melhorar o acesso aos locais, os serviços de alimentação e o sistema de compras de ingressos, entre outros. Para ele, o evento trouxe, ainda, um novo perfil de torcedor, com mulheres e crianças comparecendo em peso às partidas. “Terminado o evento, temos a chance de povoar os estádios com esse novo público, mas temos, simultaneamente, o desafio de não elitizar esses espaços”.

 
 
 
 
16 de Julho de 2014

Report: notícias

report rumo ao interior

Com uma economia diversificada e aquecida, o interior de São Paulo chama cada vez mais a atenção de investidores e de novas empresas.  Esse movimento levou a report sustentabilidade a buscar oportunidades de negócio na região.

O trabalho começa com a prospecção dos potenciais clientes, que envolve a construção de um relacionamento de confiança e de credibilidade. A report já trabalha com parceiros que lideram as prospecções iniciais, consolidando a presença da consultoria fora do eixo Rio-SP, por exemplo, nas regiões Sul e Centro-Oeste do país. Já os escritórios de São Paulo e Rio de Janeiro atendem clientes estabelecidos nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O escritório carioca está apto, ainda, para atender demandas na região Norte e Nordeste.

Agora, no interior de São Paulo, a parceria foi estabelecida com Paulo Arias e Karina Simão, ambos da rede da Report.

Segundo Arias, o objetivo dessa nova empreitada é aproximar a report de empresas locais, governos municipais, universidades e profissionais da região, estabelecendo diálogos constantes e contribuindo para a inserção da sustentabilidade nos negócios.

 
 
 
 
16 de Julho de 2014

Report: notícias

gestão da água: uma oportunidade de gerar valor

Em tempos de redução do volume de água do reservatório Cantareira, São Paulo começa a sentir a ameaça real da escassez de recursos hídricos. O que antes era uma eventualidade, uma profecia que teimava em se fazer acreditar, agora tem passado cada vez mais rápido para a pauta de discussão das empresas. De que modo lidar com essa questão? Estão sendo desenvolvidas estratégias para enfrentar os gargalos? O que as empresas podem fazer para mitigar seus riscos?

Na edição passada, trouxemos informações sobre o Seminário de Pegada Hídrica, realizado por meio de uma parceria entre a report sustentabilidade e a DNV-GL, com o apoio do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). Para aprofundar o tema, ​procuramos a Water Footprint Network (WFN), consultoria holandesa que desenvolveu uma metodologia de cálculo e avaliação da pegada hídrica a fim de ajudar empresas a gerirem seu consumo de água (mais informações aqui). Quem responde é Nicolas Franke, Gerente de Projetos da WFN.

report: Na sua opinião, o que as empresas precisam saber a respeito da escassez de recursos hídricos?

Nicolas Franke: A escassez de água e os níveis de poluição da água têm aumentado em bacias hidrográficas do mundo todo, devido a fatores como o aumento das populações, mudanças nos padrões de consumo e má gestão dos recursos hídricos. As indústrias estão cada vez mais atentas à questão da disponibilidade de água e de sua qualidade e melhorar o desempenho ambiental de sua cadeia de fornecimento é vital para sua viabilidade em longo prazo, bem como para os ecossistemas e comunidades.

Isso pode representar diferentes riscos para uma empresa. Além do próprio risco “físico”, em que a empresa lida com a falta de água, há o risco para a reputação (a imagem da empresa fica prejudicada quando o público a questiona a respeito do atendimento adequado às questões de uso e gerenciamento da água), o regulatório (quando há interferência governamental) e o financeiro, em que os riscos citados se traduzem em aumento dos custos ou redução de lucros.

Então, para as empresas, reduzir sua pegada hídrica é uma maneira não só de reduzir esses riscos, mas também criar vantagens competitivas e, consequentemente, oportunidades de negócio.

Além disso, a redução da pegada hídrica deve ser parte de uma estratégia ambiental, tanto quanto a redução da pegada de carbono.

report: Como a metodologia da WFN pode ajudar as empresas a conseguir uma gestão eficiente da água?

Franke: A ideia é criar um único padrão global. Um padrão comum em definições e métodos de cálculo é crucial, dado o aumento do interesse das empresas e governos em usar a conta da pegada hídrica como base para a formulação de estratégias e políticas sustentáveis para o uso da água.

A metodologia da WFN ajuda as companhias a entender o consumo e a poluição de água associada aos seus produtos; a identificar processos internos não-sustentáveis; e a conhecer quais medidas irão reduzir sua pegada hídrica, mitigar os riscos e aumentar a sustentabilidade em sua cadeia de suprimento.

report: Quais são os bons exemplos de companhias que tiveram benefícios ao adotar a metodologia da WFN? Você pode comentar esses avanços?

Franke: Existem várias empresas que começaram a fazer sua avaliação de pegada hídrica utilizando a metodologia da WFN. Há uma lista em nosso site, em que você pode conferir quais são. Além de Coca-Cola, Unilever, SAB Miller, Dole, TATA e C&A. No Brasil, a Natura já avaliou sua pegada hídrica.

Essas companhias se comprometeram a obter uma cadeia de suprimento mais sustentável, engajando-se com a WFN para conduzir uma Avaliação da Pegada Hídrica em seus processos, a fim de melhorar sua compreensão a respeito do tema e a relação de seus negócios com o aumento do estresse hídrico.

 
 
 
 
16 de Julho de 2014

Report: notícias

um prêmio para as empresas mais conscientes

Disposta a dar visibilidade às empresas que aderiram à tendência de alinhar suas práticas de negócios aos interesses da sociedade, a Editora Três procurou o apoio da report para criar e coordenar o Prêmio ISTOÉ Empresas Mais ConscientesPara garantir uma análise criteriosa por meio de um questionário já testado e reconhecido, buscamos a parceria do Sistema B, o que nos permitiu avaliar as práticas das companhias a partir da mesma plataforma desenvolvida pelo B Lab, nos Estados Unidos, na certificação de mais de 1 mil B-Corps ao redor do mundo (empresas que geram um benefício social ou ambiental adicional ao lucro).

Assim, cada organização inscrita recebeu um conjunto de perguntas ajustado ao seu tamanho e setor de atuação em cinco dimensões: modelo de negócios, governança, relações com os funcionários, relações com a comunidade e meio ambiente. As 20 finalistas ainda passarão por uma revisão, feita pelos próprios profissionais do B Lab, para a eliminação de dúvidas e a definição da pontuação final.

Com inscrições até 18 de julho, a iniciativa vai reconhecer empresas pequenas, médias e grandes em um evento de premiação que acontecerá no dia 18 de setembro. “Em vários momentos, nos últimos meses, temos divulgado em nossas reportagens os princípios que o norteiam o capitalismo Consciente. As crises econômicas, sociais e ambientais têm levado líderes empresariais pioneiros a repensar o propósito de seus empreendimentos e o papel dos negócios no mundo atual, impulsionando novos modelos nos quais ganham força a consciência de que sua contribuição para a sociedade vai além da geração de lucro, renda e empregos”, afirma Carlos Marques, Diretor Editorial da Editora Três.

O Prêmio conta ainda com o apoio do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps).

 
 
 
 
15 de Julho de 2014

Report: notícias

Sustainable Brands San Diego: mindfulness e inovação

Em junho, o Sustainable Brands San Diego reuniu 2.500 pessoas – incluindo representantes de empresas, organizações e especialistas –, para discutir o papel das companhias, funcionários e consumidores na busca por soluções inovadoras e novos modelos de negócio que superem os desafios impostos pelo contexto da sustentabilidade.

O evento, que ocorreu em Mission Bay, Califórnia, contou com a participação de grandes empresas, como Unilever, BASF, Nike e Natura, para debater em seis sessões temáticas: Leadership & Strategy (liderança e estratégia), Stakeholder Insights and Influence (percepção e influência do stakeholder), Brand Positioning & Communications (posicionamento de marca e comunicações), Supply Chain & Procurement (cadeia de fornecimento e aprovisionamento), Product & Service Innovation (inovação em produtos e serviços) e Materials & Chemistry (materiais e química). Vale destacar a presença da brasileira Treebos, que ganhou a competição de startups da versão brasileira do SB, que acontece no Rio de Janeiro.


Rich Fernandez, VP de Desenvolvimento Organizacional no Instituto Search Inside Yourself Leadership (SIYLI), coordenou o mindfulness e ministrou uma palestra sobre como a sustentabilidade inicia dentro de cada indivíduo e a importância de criar hábitos mentais saudáveis para atingir uma alta performance

Logo no início dos quatro dias de conferência, os participantes praticavam exercícios de mindfulness, programa de meditação que busca um estado de atenção plena para viver o momento presente. Na sequência, iniciavam-se os trabalhos, com os debates e as apresentações de cases inovadores que apontavam novas tendências e iniciativas sustentáveis.

Mais do que apenas falar sobre inovação e sustentabilidade, o SB San Diego buscou colocar em prática esses dois conceitos: a equipe responsável pela produção do evento e os fornecedores de serviços e materiais trabalham conjuntamente para desenvolver uma estrutura sustentável no que diz respeito a, por exemplo, consumo de água e destinação dos resíduos produzidos no local.

O objetivo da conferência, que também acontece em outras grandes cidades do mundo, é apontar caminhos para líderes de negócios contribuírem para o crescimento do mercado, reduzindo o impacto social e ambiental.

 
 
 
 
7 de Julho de 2014

Report: notícias

Web Developer II: vaga aberta (SP)

A Report trabalha com a inserção da sustentabilidade no mundo dos negócios, desenvolvendo produtos e soluções em consultoria, comunicação e conhecimento. Estamos em busca de um Web Developer II para integrar a área de web em nosso escritório, em São Paulo. O profissional deverá atuar nas seguintes rotinas:

  • Programação de páginas html, css e javascript. Seguindo orientação, editar arquivos server-side script e bancos de dados.
  • Avaliação de design de páginas para adaptação e programação de versão para web, seguindo orientação superior.
  • Quando necessário, expor riscos para as equipes competentes, adotar uma conduta proativa e sugerir soluções.
  • Inserção de conteúdo em páginas html e em CMS. Dar suporte a outros membros da equipe em eventuais dúvidas.
  • Ser capaz de entender sistemas já em andamento para efetuar manutenções.
  • Administração de arquivos e publicação de sites em servidores web.
  • Fazer interface com o cliente, levantando dúvidas e dando suporte quando necessário.

 

Habilidades: html5, css3/2, javascript (jquery), conhecimentos para a produção de sites responsivos (Bootstrap), preocupação com compatibilidade de browsers e semântica, programação de html para newsletters, conhecimentos básicos de php

Desejável: drupal e cms em geral, less/sass, conhecimentos básicos de ssh

Características: Flexibilidade, paciência, ser comunicativo, facilidade para trabalhar em equipe

Enviar cv com pretensão salarial

Benefícios: VT e VR
Horário: das 09h às 18h, de segunda a sexta-feira.

Mais informações e envio de currículo até o dia 18/jul/2014: [email protected]

 
 
 
 

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