26 de Janeiro de 2015

Report: notícias

Recife sedia seminário preparatório da SBIO

Desde o dia 19 de janeiro, a capital pernambucana recebe a 7ª edição do Recife Summer School (RSS), um festival com foco em empreendedorismo e inovação nas áreas de tecnologia da informação, economia criativa e sustentabilidade. 

Diversos pontos da cidade sediarão eventos nacionais e internacionais. Um dos destaques da programação é o seminário preparatório para a edição 2015 da Sustainable Brands Innovation Open (SBIO), que ocorre no dia 5 de fevereiro, a partir das 14h, na sede da aceleradora de startups Jump Brasil. O seminário terá conteúdos trazidos pela SB Rio e pela SB San Diego e os temas principais serão “Economia colaborativa com foco em market place” e “Mobilidade”. O evento é gratuito, com tradução simultânea das palestras.

A SBIO é uma competição que acontecerá no SB Rio 2015, envolvendo startups brasileiras com negócios inovadores e alinhados à nova economia – que compartilham valores financeiros, sociais e ambientais por meio de seus produtos ou serviços. A Report é parceira na organização do encontro e a Apex-Brasil apoiadora pela segunda vez.

 

+Veja aqui a programação

- Abertura:

Álvaro Almeida, sócio-diretor da Report; Marcia Nejaim, gerente executiva de competitividade e inovação da Apex-Brasil e Adriana Rodrigues, gerente de sustentabilidade Apex-Brasil.

- Painel de Economia Colaborativa:

​Murilo Ferraz, Fundador da Treebos e Luisa Rodrigues, da Reboot.

- Painel de Mobilidade:

Mobilicidade; Pedro Palhares, Country Manager da Moovit e Uber.

 
 
 
 
22 de Janeiro de 2015

Report: notícias

curso de Harvard discute valor compartilhado

A Harvard Business School (HBS) apresentou um novo curso de educação executiva em dezembro de 2014. Intitulado “Criação de Valor Compartilhado: Sucesso Econômico e Impacto Social”, o programa busca explorar o conceito de valor compartilhado, de modo a garantir que as pessoas aprendam a incorporar o impacto social na estratégia de negócios da sua empresa para impulsionar o crescimento, rentabilidade e vantagem competitiva.

Liderado e desenvolvido por Michael Porter, o curso aborda pesquisas e estudos de casos que defendem que, por meio de estratégias de valor compartilhado, as empresas conseguem abordar questões sociais e reforçar a estratégia competitiva simultaneamente.

A primeira edição do programa aconteceu em dezembro de 2014. Voltado para altos executivos, líderes de ONGs ou do governo, o curso deve ter uma nova edição em 2015.

+ Informações e contato: http://www.exed.hbs.edu/programs/csv/Pages/default.aspx

 
 
 
 
17 de Dezembro de 2014

Report: notícias

novo estudo sobre materialidade apresentado na Abraps

O lançamento da versão G4 das diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) e do framework de relato integrado do International Integrated Reporting Council (IIRC) causou, nos últimos dois anos, transformações na forma com que as empresas brasileiras divulgam resultados financeiros e socioambientais. Para analisar esse cenário, desde 2012 a Report monitora as práticas das empresas na definição de temas relevantes, lançando uma série de estudos sobre Materialidade no Brasil.

Uma terceira edição será divulgada em março de 2015 – e uma prévia dos resultados foi apresentada nesta terça-feira pelo diretor de planejamento da Report, Álvaro Almeida, no encontro de fim de ano da Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (Abraps). O evento ocorreu no Le Pain Quotidien, no Itaim Bibi, zona oeste de São Paulo.

                                                  

A pesquisa “Materialidade no Brasil” de 2012 (acesse aqui) contempla um universo de mais de 190 relatos e quase 100 processos de materialidade, realizados por empresas de diversos setores e portes. Com base no descritivo apresentado em relatórios anuais e de sustentabilidade, foi possível mapear as formas de consulta, engajamento e priorização que levam as organizações a definir seus temas mais importantes de gestão (matriz de materialidade). Além da primeira edição, em 2013 foi lançado “Materialidade no Brasil: um ensaio qualitativo”, que analisa quatro processos conduzidos por empresas nacionais (para ler, clique aqui).

Na nova versão do estudo, foram identificados relatos de 117 empresas. Os desafios mapeados em 2012 – a dificuldade de desdobrar as consultas para a estratégia e a gestão, por exemplo – começaram a ser trabalhados. Do universo abordado, 70% das companhias realizaram processos de materialidade, um aumento de 20% em comparação ao estudo anterior, e, desse grupo, 93% realizam consulta a stakeholders diversos – como clientes, fornecedores, consumidores e especialistas – para identificar temas de gestão. Do total de empresas que fizeram materialidade, a Report foi responsável por 34% dos processos.

Uso na estratégia

Outro destaque é o estabelecimento de metas para temas materiais: 62% das empresas afirmam fazê-lo em seus relatórios, o que indica um desdobramento para a governança estratégica. “O lançamento da G4 e a introdução dos conceitos de relato integrado impulsionaram a consolidação dos processos de materialidade. A pesquisa nos ajuda a visualizar de que modo eles são realmente incorporados ao dia a dia das empresas”, afirma Álvaro Almeida.

Líder na condução de processos de materialidade no Brasil, a Report possui uma metodologia própria, sintonizada com as diretrizes GRI e de relato integrado, que pressupõe a participação da alta gestão na validação dos temas relevantes. Esse é um dos pontos de avanço identificados no novo estudo: 62% das companhias envolveram sua liderança no planejamento. “É um sinal de mudança. Antes, a materialidade era muito atrelada à produção de relatórios e raramente tinha outros usos. Hoje, pode ser um instrumento decisivo para a produção de estratégias sintonizadas com os impactos dos negócios”, conclui Álvaro.

 
 
 
 
10 de Dezembro de 2014

Report: opinião

uma rede de inovação e conhecimento

A Report completa 12 anos revigorada por um intenso processo de descobertas sobre o que queremos para o nosso futuro. Seguimos em nosso propósito de, em essência, atuar para transformar os negócios e, assim, mudar o mundo. E passamos a compreender melhor quem somos e como queremos evoluir: desejamos trabalhar em rede, conectados com outras pessoas e organizações, desenvolvendo um ambiente de evolução pessoal, profissional e de bem estar que aporte inovação e conhecimento aos nossos projetos.

*Por Álvaro Almeida

Esse norte estratégico é resultado de muita escuta, debate e reflexão que fizemos entre nós, com nossos parceiros, clientes, fornecedores, enfim, com muitos daqueles que já fazem parte de nosso ecossistema de relacionamentos.

Não há uma guinada radical nesse horizonte. Ao contrário, seguimos um movimento que começamos há cerca de quatro anos e, a cada ciclo de planejamento, ganhava formas mais definidas. Já há um bom tempo entendemos que nossa experiência e reputação na produção de relatórios de sustentabilidade nos deu base, repertório e conhecimentos complementares às atividades de comunicação. Permitiu que ajudássemos nossos clientes a integrar os temas de sustentabilidade à gestão e à estratégia. Essa atuação consultiva já se ampliou em várias direções, sempre em parceria com especialistas que trouxeram valiosos conhecimentos. Fomos entendendo que nossa maior habilidade é a de compreender as necessidades de nossos clientes e gerar soluções que viabilizem a evolução dos seus negócios.

Um importante marco nessa trajetória para uma atuação em rede foi nossa parceria para trazer a conferência Sustainable Brands ao Brasil a partir de 2012. Como articuladora de uma comunidade de empresas interessadas em evoluir os negócios por meio da inovação em sustentabilidade, a SB Rio nos conectou – e segue nos conectando – a uma série de pessoas e organizações que, com conhecimentos diferentes e complementares, têm a mesma visão de mundo. Assim, temos avançado em experiências inovadoras com empresas brasileiras, como a Cria, a Maurício Born Consultoria e a Corall, a canadense GlobeScan, a operação local da norueguesa DNV, as portuguesas Biorumo e Spirit, entre outras. Muitas novas conexões estão nascendo ou ainda surgirão.

Para organizar nossos próximos passos e embasar as decisões, realizamos um processo de planejamento estratégico que foi apoiado por um estudo de materialidade e por um diagnóstico de nossa cultura, que utilizou a metodologia desenvolvida pelo especialista inglês Richard Barrett, palestrante do último SB Rio. Ouvimos 90 pessoas e trilhamos uma jornada de autoconhecimento inovadora. E ainda percebemos que a report pode (e deve ser) o laboratório para muitas das soluções que queremos levar às empresas.

Uma delas é o Road to report, um relato vivo do processo de construção do nosso próprio relatório (o primeiro), que lançaremos no início de 2015. Com ele, apresentaremos a todos com mais detalhes como o ecossistema report pode contribuir para o futuro dos negócios.

Boas festas e um promissor 2015!

 

*Álvaro Almeida é socio fundador da report

 
 
 
 
10 de Dezembro de 2014

Report: notícias

como a sustentabilidade impacta na reputação

A construção da reputação corporativa começa com o entendimento da expectativa de todos os stakeholders com relação a uma empresa, passa pela incorporação desses elementos na estratégia do negócio e se fecha em um ciclo contínuo com a comunicação integrada dos resultados financeiros, sociais e ambientais. Uma definição simples e conhecida, como conta Nicolas Trad, diretor executivo do Reputation Institute (RI), entidade que, desde 2006, realiza pesquisas e publica indicadores de reputação corporativa de centenas de organizações em todo o mundo.A prática, como sempre, é desafiadora.

Segundo pesquisas do RI, 61% dos empresários brasileiros reconhecem a importância de construir a reputação das empresas por meio da comunicação com todo o seu entorno, mas apenas 21% têm ações concretas nesse sentido. Qualquer semelhança com processos e desafios da gestão da sustentabilidade nas empresas não é mera coincidência.

Antes de se apresentar na Conferência Ethos 360º, realizada em setembro 2014, Trad conversou com a report e falou mais sobre como a gestão da sustentabilidade também impacta na reputação e na competitividade das organizações.

report:  Como a gestão e comunicação da sustentabilidade em uma empresa pode afetar a percepção dos stakeholders e a reputação corporativa?

Nicolas Trad: Tudo que uma empresa faz e comunica impacta em sua reputação. Quando fala de ações e resultados, de sustentabilidade, precisa igualmente ouvir diversos públicos, usar os inputs em sua estratégia e comunicar com transparência suas ações e respectivos resultados. Assim, a gestão da sustentabilidade impacta na reputação corporativa, quando mais coerente, melhor. Por outro lado, a reputação e suas métricas também podem ser ferramentas para a gestão da sustentabilidade, existe uma conexão que precisa ser trabalhada entre as equipes de maneira próxima.

report: Quais as métricas usadas para medir reputação?

Trad: Para a gestão da reputação dos clientes usamos usa a ferramenta RepTrak®, de desenvolvimento próprio, que examina as relações entre a conexão emocional dos públicos e as sete dimensões racionais da empresa (Produtos e serviços, Inovação, Ambiente de trabalho, Cidadania, Governança, Liderança e Performance). Assim obtemos a percepção geral sobre aspectos como admiração, confiança, empatia e estima de uma determinada empresa junto aos seus diversos stakeholders.

report: Qual o seu conselho para as empresas que querem gerenciar ativamente sua reputação neste cenário onde a sustentabilidade é tema crucial?

Trad: Fazemos parte de um mundo complexo onde, para crescer, é preciso ouvir mais. E por isso se gasta muito em formas de ouvir os stakeholders ou pesquisas para obter suas percepções, mas, muitas empresas ainda não estão preparadas para entender aquilo que é dito e muito menos conectar essas informações com possíveis ações, especialmente quando essas impactam em mudança da estratégia do negócio. Aconselho a abrir os olhos e a cabeça para dados que já estão disponíveis para realizar uma verdadeira mudança.

report: Sobre o cenário no Brasil, qual é a percepção de reputação corporativa em geral – especificamente das grandes empresas?

Trad: Muitas empresas brasileiras já avançaram em termos de gerenciamento da reputação, como a Gerdau, Petrobras, Itaú e Vale. Hoje escutam melhor seus stakeholders, mas ainda enfrentam grandes desafios relacionados à reputação, que impactam especialmente em preferência e confiança do consumidor. Os dados variam de acordo com o setor, mas em geral, o setor de bens de consumo, por atender a demandas praticamente individuais, sai à frente em termos de reputação associada a satisfação. A líder de reputação no Brasil é a Nestlé, segundo nossa última pesquisa realizada em 2014.

+ Leia mais: 

O Reputation Institute, desde 2006, realiza pesquisas e publica indicadores de reputação corporativa de centenas de organizações em todo o mundo. No Brasil, realiza o Reputation Pulse, estudo que avalia as maiores empresas que atuam no país e apresenta quais têm melhor reputação, assim como explora os fatores que as colocam nesse patamar. Em 2014, foram pesquisadas as 100 primeiras colocadas do ranking Maiores e Melhores da Revista Exame 2013. O estudo completo está disponível online.

 
 
 
 
9 de Dezembro de 2014

Report: notícias

Natura conquista certificação e se torna a maior B Corp do mundo

A Natura, companhia brasileira com posição de liderança no mercado de cosméticos, acaba de receber o certificado B Corp. Essa conquista indica o esforço de associar crescimento econômico e promoção do bem-estar social e ambiental nos negócios, em sintonia com uma rede global que reúne 1,2 mil organizações.

Além de avaliar e atestar o compromisso com boas práticas na operação e na cadeia de valor, a certificação propõe alteração no estatuto da empresa, com um descritivo de sua missão e posicionamento a respeito da sustentabilidade. Ao dar esse passo, a Natura passa a ser a maior B Corp do mundo e a primeira de capital aberto na América Latina.

                                          

O processo de certificação foi apoiado pela Report – que é parceria da companhia na produção de relatos anuais e em projetos de consultoria estratégica – e envolveu o mapeamento de iniciativas e a resposta ao questionário do B Corp. Iniciado há oito anos nos Estados Unidos, o movimento já engajou 30 organizações no Brasil.

Nova visão

Além de ter se tornado B Corp, a Natura lançou hoje sua Visão de Sustentabilidade 2050. Com compromissos, objetivos, metas e uma proposta de valor renovada para a companhia no longo prazo, a plataforma impactará desde o modelo de negócios até os processos de inovação e relacionamento com públicos estratégicos. O propósito central é ambicioso: superar a visão de redução de impactos negativos e ser uma empresa impacto positivo – ou seja, cuja existência traz efeito benéfico à sociedade. A Report também colaborou com a construção dessas diretrizes, com base em seu relacionamento de longo prazo com a Natura.

Leia mais sobre a Visão 2050 aqui.

Mais sobre o Movimento B Corp aqui.

 
 
 
 
9 de Dezembro de 2014

Report: notícias

pensamento integrado na solução dos negócios

Evoluir a gestão das organizações a partir de uma visão cada vez mais integrada, que abrange várias dimensões do negócio, desde a estratégia de futuro até o gerenciamento cotidiano de diferentes atividades e o processo de liderança de pessoas são os atuais desafios dos executivos.

Para discutir o tema, a Report Sustentabilidade, em parceria com a Corall, consultoria especializada na gestão para a evolução das organizações e de suas lideranças, promoveu o workshop De Relato para Pensamento Integrado. Patrocinado pela AES Brasil, o evento foi realizado em São Paulo, no dia 28 de novembro e reuniu profissionais das áreas de comunicação, sustentabilidade e recursos humanos de 11 empresas.

Durante o encontro, Álvaro Almeida, sócio-diretor da Report, e Vicente Gomes, consultor e sócio da Corall, ressaltaram a necessidade de um novo olhar para a geração de valor e novos modelos de negócio e de gestão e de uma atuação sobre a cultura corporativa e o engajamento de mentes e corações. 

 “Entendemos que assim como aconteceu com a GRI, que ajudou a estabelecer nas empresas a rotina de gestão dos impactos socioambientais, o movimento do relato integrado pode avançar uma nova fronteira, quebrar silos internos e promover mudanças no modo como os administradores tomam decisões”, avalia Álvaro Almeida.


Álvaro Almeida, da Report (esq.), e Vicente Gomes, da Corall (dir.) conduzem o workshop

O consultor Vicente Gomes, da Corall, usou sua experiência na gestão organizacional para fazer um paralelo entre o pensamento integrado e o capitalismo consciente, uma filosofia baseada na crença de uma forma mais complexa de capitalismo que está emergindo e que tem o potencial de melhorar o desempenho das empresas e, simultaneamente, promover a qualidade de vida de bilhões de pessoas. “Para entender como o fluxo entre diferentes capitais como financeiro, humano, intelectual e natural, afeta a criação de valor temos que pensar de forma integrada. Há empresas de diferentes portes, em todo o mundo, que já experimentam uma forma diferente de atuação, com uma cultura forte e com uma gestão de capitais que vai além do financeiro. Desde grandes empresas como a americana Whole Foods até a brasileira Vagas.Com”, contou Vicente.

Durante o encontro foram apresentados os principais resultados de um trabalho comandado pela Report, que analisou mais de 100 relatórios (referentes ao ano de 2013) de empresas do mundo todo que integram o grupo piloto do International Integrated Reporting Council (IIRC), organização que definiu as diretrizes para o relato integrado. Os cases são práticas inspiradoras que podem ajudar as empresas no planejamento do seu próximo relatório.

O objetivo de reunir profissionais de diferentes áreas da empresa como sustentabilidade, comunicação e recursos humanos foi o de promover o diálogo e a reflexão sobre as mudanças internas necessárias para promover a integração, sobretudo, na tomada de decisão. Com esse grande desafio interno sendo trabalhado, o relatório anual integrado será uma consequência natural.

+ Saiba mais sobre relato integrado aqui

 

 
 
 
 
5 de Dezembro de 2014

Report: notícias

Local Footprint: medindo impactos diretos e indiretos

Sem conhecer exatamente os impactos econômicos e sociais decorrentes de suas atividades, nenhuma empresa consegue fazer uma gestão eficaz. Organizações dos segmentos de saneamento, educação e energia vêm utilizando uma ferramenta chamada Local Footprint para enfrentar esse desafio.

A ferramenta amplia o conhecimento sobre os indicadores quantitativos e qualitativos e a real influência exercida pelo negócio em tópicos como empregabilidade, salários, compras, impostos e o produto interno bruto (PIB) de Estados e regiões.

Criada pela consultoria francesa Utopies em 2006, a Local Footprint foi trazida para o Brasil pela Rever Consulting, empresa sediada em São Paulo, e apresentada no Sustainable Brands Rio 2014.

Case: impactos do investimento em saneamento

Um exemplo recente da aplicação da ferramenta é o estudo “Impacto de investimento em infraestrutura para saneamento no Brasil e em três cidades: Belém, Natal e Florianópolis”, desenvolvido em parceria com o Instituto Trata Brasil. A Local Footprint mediu não apenas os impactos diretos do investimento em saneamento, mas também impactos indiretos (como despesas das obras para a cadeia de fornecedores contratada a partir dos investimentos realizados) e induzidos (despesas de consumo das famílias vinculadas às atividades das obras de saneamento e as despesas de funcionamento da administração pública).

Focando nas oportunidades de investimento em saneamento básico nas capitais do Pará, Rio Grande do Norte e Santa Catarina, a metodologia aferiu, entre outros números, que seriam criados 11,9 milhões de empregos com a aplicação do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) – que prevê investimentos de R$ 304 bilhões até 2033.  “Os resultados gerados pela Local Footprint permitem fortalecer os indicadores socioeconômicos, responder a demandas de relato corporativo, comunicação e engajamento de partes interessadas além de proporcionar simulações para desenho de cenários e tomada de decisão de investimento”, explica Cyrille Bellier, fundador da Rever Consulting.

 
 
 
 
28 de Novembro de 2014

Report: notícias

clientes da Report marcam presença no ISE e no Prêmio Abrasca

A última quinta-feira foi de importantes reconhecimentos para as empresas brasileiras que trabalham na inserção da sustentabilidade dos negócios. Por um lado, a BM&FBovespa organizou um encontro para comemorar os 10 anos do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), cuja carteira para o ano de 2015 foi divulgada. Por outro, foram divulgados os vencedores do 16º Prêmio Abrasca Melhor Relatório Anual, ano base 2013. Os dois eventos ocorreram na sede da BM&FBovespa, em São Paulo, e reuniram especialistas, consultores e lideranças do setor privado.

                                     

O Prêmio Abrasca é uma importante referência para empresas que desenvolvem balanços anuais seguindo princípios de qualidade das informações, transparência e detalhamento de gestão, governança e visão de futuro para os negócios. Nesta edição, clientes da Report conquistaram importantes posições com seus relatórios, como o Bradesco (vencedor na categoria Companhia Aberta, grupo 1 – receita acima de R$ 3 bilhões) e a Algar Telecom (categoria Companhia Aberta, Grupo 2 – abaixo de R$ 3 bilhões). Outro parceiro de negócios da Report na última temporada reconhecido com menção honrosa foi a Duratex, por conta de sua abordagem estratégica.

Já o evento de 10 anos do ISE contou com a participação de 11 empresas que fazem parte da carteira desde sua criação, incluindo AES Eletropaulo, Bradesco, BRF, Fibria e Natura. Foram anunciadas várias iniciativas para os próximos meses, incluindo uma plataforma de indicadores – um bom caminho para avaliar a performance dos negócios líderes em sustentabilidade corporativa.

A carteira 2015 do ISE foi anunciada na última quarta-feira (26). São 51 ações de 40 companhias que, juntas, representam 19 setores e somam R$ 1,22 trilhão em valor de mercado (quase 50% do valor total de companhias com ações negociadas na BM&FBovespa). Entre os ingressantes do ano estão a B2W Digital e a Lojas Americanas – que contam há dois anos com trabalhos da Report de consultoria de gestão e indicadores e produção de conteúdo para relatórios socioambientais.

 
 
 
 
28 de Novembro de 2014

Report: notícias

report e GlobeScan anunciam parceria

Em novembro, foi anunciada parceria entre a report sustentabilidade e a GlobeScan – consultoria internacional de pesquisa que atua há 25 anos apoiando clientes na avaliação e construção de relacionamentos com stakeholders.

Para Álvaro Almeida, co-fundador da report, a parceria com a GlobeScan irá ampliar a oferta de serviços e permitirá soluções ainda mais inteligentes, inovadoras e duradouras para os clientes, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias de comunicação e engajamento de stakeholders.

Chris Coulter, co-CEO da GlobeScan, ressalta: “É com grande satisfação e otimismo que anunciamos nossa parceria com a report sustentabilidade aqui no Brasil. Juntos, pretendemos ajudar as empresas no Brasil a construir relacionamentos sólidos com seus públicos de interesse, que contribuam para criar ainda mais valor para seus negócios.”

Em seu primeiro trabalho colaborativo com a GlobeScan, a report realizou em 17 de novembro o 2º Encontro da Comunidade SB, que contou com a participação de Eric Whan, diretor e sócio da consultoria internacional.

 

+ informações:

Álvaro Almeida: alvaro@reportsustentabilidade.com.br

+55 11 3246 3012

Silvia Thompson (consultora sênior, GlobeScan): silvia.thompson@globescan.com

+55 11 99989 8821

 
 
 
 

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